16.7 C
São Paulo
sábado, agosto 30, 2025

Estudante brasileiro de medicina morre na Bolívia; família suspeita de asfixia e pede apuração

NotíciasMundoEstudante brasileiro de medicina morre na Bolívia; família suspeita de asfixia e pede apuração




Igor Rafael Oliveira Souza, 32, morreu na Bolívia; A família acredita no surto psicótico e na truculência dos guardas de arquivos pessoais/reprodução da Polícia da Bolívia investigam a morte de um estudante brasileiro na última terça -feira (26) em Santa Cruz de la Sierra, uma cidade a 550 quilômetros da capital La Paz. Desorientado, em uma papelaria no bairro de Teamtrol de Santa Cruz de la Sierra. Segundo a família, os guardas de uma escola alemã perto da região teriam sido chamados para conter–mas minutos depois, outra câmera gravou Igor deitada em uma calçada sem vida. As imagens foram divulgadas pela imprensa boliviana local e enviadas pela família de Igor para a TV Globo. Neles, o aluno é tratado como alguém “em aparente situação nas ruas”, e uma autoridade não identificada fala de uma possível morte por asfixia. A mãe de Igor, a professora aposentada Neidimar Oliveira Souza, disse à TV Globo que seu filho havia entrado em depressão e começou a usar drogas. A família acredita que Igor Rafael Souza entrou em um surto psicótico e saiu das ruas pedindo ajuda porque acreditava estar sendo perseguido. O estudante brasileiro morre após surto aparente na Bolívia; A família tenta trazer corpo “como todo aluno que desaparece, que enfrenta a solidão, ele começou a desenvolver depressão e usar drogas. Sua saúde mental foi muito afetada e ele precisava de ajuda. Estávamos fornecendo para ele vir e fazer um tratamento aqui no Brasil”, informou Neidimar. “Ele começou o tratamento na Bolívia, mas não teve sucesso. Ele assustou o prédio onde vivia pedindo ajuda. As pessoas chamavam os guardas de uma escola alemã e esses guardas mataram meu filho asfixiado”, diz a mãe. O Ministério das Relações Exteriores informou a TV Globo, em comunicado, que “ele está ciente do caso e fornece assistência consular à família brasileira”. O Brasil tem um consulado geral em Santa Cruz de la Sierra, a mesma cidade onde a morte foi registrada. Na nota, a Itamaraty não detalha a assistência prestada e não diz se pretende financiar a transferência do corpo. Ele diz apenas que “a ação consular do Brasil é baseada na legislação internacional e nacional”. A câmera de segurança mostra Igor Rafael em aparente surto, momentos antes de morrer na reprodução pessoal/família da Bolívia, vai para a Bolívia a família de Igor Mora em Gama, no distrito federal, e planeja viajar para a Bolívia no domingo (31) para resolver procedimentos burocráticos e cobrar explicações das autoridades. A ex-namorada de um aluno, que vive na Bolívia, disse a Neidimar que os guardas até amarraram as mãos de Igor-e que quando a ambulância chegou ao resgate, ele já estava sem pulso. Incapaz de trazer o corpo do filho para o Brasil, ela tenta arrecadar dinheiro com amigos e vizinhos para a transferência e o funeral. Neidimar chegou a Itamaraty para pedir ajuda, mas sem sucesso. “É muito caro, mais de US $ 26.000 para a transferência. Farei o possível para trazê -lo”, disse ele. Até a tarde de sexta -feira, o gatinho havia levantado pouco mais de US $ 4.500. “Se alguém puder ajudar com o problema na Bolívia para que possamos obter justiça. Quero que a morte do meu filho não tenha sido em vão e processar as pessoas que fizeram essa crueldade com ele sem necessidade”. Igor Rafael e sua mãe, Neidimar Oliveira, em uma imagem de um arquivo/transferência pessoal de corpos do exterior para o Brasil após a morte de 26 anos -ano -ano -brasileiro Juliana Marins, que caiu de um penhasco na trilha Mount Rinjani, na Indonesia, o Presidente Luiz Inácio de Lula da Silva (Pt) Altered. De acordo com a nova regra, fatores como dificuldades financeiras e mortes que causam comoção são exceções – e podem liderar o Ministério do Estrangeiro para financiar a transferência. O texto estabelece as seguintes condições: a família prova a deficiência financeira para custar as despesas de transferência. As despesas com transferência não são cobertas pelo seguro da pessoa que morreu. A morte ocorre em circunstâncias que causam comoção. Há uma disponibilidade orçamentária e financeira. Até então, a legislação sobre situações em que os cidadãos brasileiros têm direito a assistência consular no exterior estabeleceram que o apoio incluía o monitoramento em casos de acidentes, hospitalização, morte e prisão no exterior. No entanto, o padrão deixou claro que o governo federal não pagou despesas relacionadas ao enterro e transferência de órgãos de cidadãos falecidos no exterior, nem com os custos de hospitalização. Veja mais notícias sobre a região no G1 DF.



g1

Check out our other content

Confira outras tags:

Artigos mais populares

To receive tech updates in your inbox, sign up to the newsletter arpu, published by hedder. Philip shaibu harps on nis reform after personal setbacks.