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sábado, agosto 30, 2025

O que são fintechs e o que muda com a equiparação a bancos pela Receita

EconomiaO que são fintechs e o que muda com a equiparação a bancos pela Receita




A receita federal publica medir que é igual a fintechs aos bancos tradicionais. Mas o que são fintechs? O termo vem da abreviação de “tecnologia financeira” e designa empresas que oferecem serviços bancários e financeiros digitais – como transferências, emissão de escorregões, cartões, pagamentos de máquinas e até empréstimos – mais simples e mais rápidos que os bancos tradicionais. Asse o aplicativo G1 para ver notícias reais e gratuitas em geral, opere principalmente por aplicativos ou sites, com pouca presença física. De acordo com o Banco Central, existem três tipos de fintechs regulamentados: instituições de pagamento (IP): trabalham com cartões de débito, crédito e máquinas. Eles precisam de autorização do BC para mover mais de US $ 500 milhões em pagamentos ou US $ 50 milhões em contas pré -pagas; Sociedade de Crédito Direta (SCD): empréstimos e financiamento online; e Sociedade de Empréstimos entre pessoas (SEP): facilite empréstimos entre pessoas. Para operar como SCD ou SEP, os fintechs precisam de autorização do banco central. Esse modelo regulatório existe desde abril de 2018, quando foi aprovado pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). De acordo com a publicação no Gazette Oficial Federal, essas empresas agora terão o mesmo tratamento que os bancos, informando seus movimentos financeiros. A instrução normativa entrou em vigor na sexta -feira (29). Como esse novo tratamento funcionará? O padrão exige que os fintechs enviem informações através da plataforma-e-financeira-e-financeira usada por mais de 20 anos por bancos tradicionais. E-Finance é uma plataforma do IRS que centraliza os dados financeiros de instituições, incluindo informações do cliente, abertura e fechamento de contas, movimentos, operações de pensão privadas e pagamentos via PIX, TED, DOC e cartões. De acordo com o texto divulgado, o objetivo é a “luta contra os crimes contra a ordem tributária, incluindo aqueles relacionados ao crime organizado, especialmente a lavagem ou ocultação de dinheiro e fraude”. A receita enfatizou que essa não é a criação de novas regras, mas a aplicação de definições já previstas na Lei nº 12.865, 2013, que regula o sistema de pagamento brasileiro. A medida também procura evitar ruídos sobre uma suposta tributação do pix – um boato que se tornou viral no início do ano e atrasou a expansão do regulamento de fintechs. A publicação ocorreu após o primeiro dia de uma megaoperação que identificou 40 fundos de investimento, com o patrimônio de R $ 30 bilhões, controlado pelo PCC. De acordo com a receita, as operações foram realizadas no mercado financeiro de São Paulo, por membros se infiltraram na Avenida Faria Lima. Um dos alvos é o BK Bank, a FinTech usada para mover recursos por meio de contas de bolso não traciáveis. “Os fintechs foram usados ​​para lavagem de dinheiro nas principais operações contra crimes organizados, porque há um vácuo regulatório, pois eles não têm as mesmas obrigações de transparência e fornecimento de informações a todas as instituições financeiras no Brasil por mais de 20 anos”, escreveu a receita em uma nota enviada na quinta -feira (28). Haddad anuncia que ‘fintechs’ será monitorado de perto



g1

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