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domingo, agosto 31, 2025

Você sabia? Seleção feminina busca 1º título no Mundial; Fabi, Fofão e Sheilla lembram finais históricas

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Em sua segunda Copa do Mundo, Julia Kudiess fala sobre as expectativas do título não publicado classificado para a Copa do Mundo da Tailândia, a equipe feminina está se aproximando do título sonhado. Neste domingo, a equipe liderada por José Roberto Guimarães enfrentará a República Dominicana pela rodada de 16 anos. No clima de competição, a GE preparou uma retrospectiva com Fabi Alvim, Fofão e Sheilla, lembrando -se dos emocionantes finais disputados pelo Brasil. Fabi, Sheilla, Jaque, Fofão e Walewska nas imagens de Osports/Getty da Copa do Mundo de 2006, o Brasil enfrenta a República Dominicana neste domingo (31), às 10h30 (Brasília), com transmissão ao vivo no Sportv2 e Real -time -siga -Up por GE. Em 16 aparições, o Brasil ganhou quatro medalhas de prata (1994, 2006, 2010 e 2022) e um bronze (2014), mas ainda não conseguiu levar para casa o título da Copa do Mundo de Vôlei Feminino. Nesta edição, no entanto, a história pode ter um fim diferente. + Veja a mesa da Copa do Mundo de Vôlei Feminino + Julia Bergmann se consolida como um dos pilares da seleção e ganham elogios de Zé Roberto 1994 – Primeira medalha e rivalidade com Cuba A Copa do Mundo de 1994 foi um divisor de águas na história do voleibol feminino por várias razões. Para começar, foi a segunda vez que o Brasil sediou a competição – a primeira foi em 1960. Jogou nas cidades de São Paulo e Belo Horizonte, o torneio também marcou a chegada do treinador Bernardinho ao comando da equipe. Com uma equipe formada por nomes que hoje se tornaram verdadeiros lendas do esporte, como Ana Moser, Fernanda Venturini, Marcia Fu, Virna, Leila e Fofão, Brasil, que está em crescimento desde 1986, finalmente atingiu o pódio e fez o mundo conhecer um novo poder no vôlei feminino. O maior oponente das mulheres brasileiras foi Cuba, a seleção número 1 do mundo durante os anos 90 – campeã olímpica em 1992, 1996 e 2000. Qualquer jogo entre as duas equipes foi sinônimo de besteira, provocações e às vezes até espancamento. Apresentado na primeira medalha de prata no Brasil em uma Copa do Mundo, Fofão se lembra da conquista com uma campanha invicta na primeira fase da competição, o Brasil avançou para o nocaute. Nas quartas de final e na semifinal, ele derrotou o Japão e a Rússia, respectivamente. Na final realizada na capital do estado, eles foram derrotados pelo time cubano, que tinha Mireya Luis e Regla Torres, por 3 sets em 0. – Era para encher os olhos, ver os fãs nos apoiando, a casa lotada, a academia cheia de pessoas torcendo por nós. Foi um momento muito especial da minha vida, que eu mantenho com grande carinho. Independentemente do resultado, acho que conseguimos começar uma história com a vôlei feminina que estava muito orgulhosa de todos que nos seguiram e que aplaudiram por nós ”, disse Fofão. 2006 – Segundo prata e a” ameaça “da Rússia, a Mulher -The Women -Women, quando o Women Women, o Women Women, o Women Cup, o Women Cupm, para a Russia, e a Medália de Bronze para Cuba, a 2006, a Cupm, a Cupm, a Cupm. Sob o comando de José Roberto Guimarães. A medalha da Copa do Mundo de 2006, a seleção nacional terminou a primeira fase na liderança do grupo, depois de derrotar os Estados Unidos e os Camarões O rival desse ciclo foi a Rússia. 23 e 25 a 18. O Brasil voltou ao jogo e garantiu outro conjunto, forçando o desempate. Jogos – disse Fabi. Retorno na próxima partida, o grupo passou pelos estágios primeiros sem o sofrimento. A divulgação/FIVB Fabiana e Jaqueline fecharam outro conjunto em 25 a 20, mas foi quando o brasileiro abriu Gamova, a estrela russa de 2,02, para deixar tudo o mesmo 25-14. (Lioubov) Sokolova, (Nataliya) Goncharova e (Tatiana) Kosheleva, tudo na altura, uma seleção muito forte. Materiais – Sheilla brincada. Assumiu o título durante o torneio realizado na Holanda e na Polônia. Rodrigue encontrou os japoneses no nocaute e deu a mudança no tie-break. E o bloqueio brasileiro, a Sérvia venceu o campeonato de dois tempos por 3 sets para 0, com parciais de 26/24, 25/22 e 25/17.



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