As cenas da ópera de Skum, estreladas pela cúpula da Câmara de Deputados, no argumento do PEC da armadura, enfraqueceram ainda mais o presidente da Câmara, Hugo Motta (republicanos-PB). Mas para ministros da Suprema Corte federal (STF) e membros do primeiro nível do governo Lula, o grande articulador da agenda e responsável pela versão radical do texto (veja o texto nas imagens abaixo) é outra: vice-vice-adjunto Arthur Lira (PP-AL). O diagnóstico dos dois poderes é que Lira e o deputado federal Elmar Nascimento (Unão Brasil-BA) agiram em sua própria causa para se proteger de possíveis investigações. Texto que circulou na reunião de liderança. Texto de reprodução que circulou na reunião do líder. A reprodução é atribuída tanto ao esforço para aprovar um texto ainda mais protetor aos parlamentares, condicionando a abertura de qualquer investigação policial contra deputados e senadores à aprovação prévia do Legislativo. Até então, o acordo entre os líderes previa as definições das prerrogativas dos parlamentares presentes na Constituição de 1988, que apenas impedia a abertura de processos judiciais contra deputados e senadores sem permissão de casas, mas não qualquer investigação. Na noite de quarta -feira (27), em meio a uma reunião confusa e tumultuada na residência oficial da Câmara da Câmara, a versão mais radical do texto foi apresentada. Os deputados da reunião afirmam que o Relator, Lafayette Andrada (republicanos-MG), em um tom de revolta e explosão, disse que a versão não havia sido escrita por ele e não assinaria o relatório. O blog teve acesso ao texto, com parágrafos em vermelho, precisamente dos trechos atribuídos a Lira e Elmar. O ministro do STF acusou a satisfação do PEC da armadura: uma proposta não deve ser votada para um parlamentar revoltado com o relatório até enviou o rascunho do PEC a um ministro supremo, que, por sua vez, enviou Motta e acusou a satisfação. O prefeito ficou irritado e passou um sermão na reunião, com o argumento de que um deputado é inaceitável para vazar um texto para o tribunal no meio da discussão. Segundo relatos, eram mais de 22:00 quando Motta desistiu do PEC na votação. Um discurso do líder da PDT, Mario Heringer (MG), foi visto por líderes que estavam na reunião como uma demolição. O deputado chamou a proposta de “uma aberração” e enterrou as discussões. O equilíbrio do episódio, por enquanto, é usar à imagem de Lira com os ministros do Supremo. Já no Planalto continua sendo o discurso de que esse tema não é uma agenda do executivo. Ao longo da discussão, mesmo, o governo decidiu manter a distância do assunto. A isenção de IR para aqueles que ganham até R $ 5.000 na reforma da RI, relatados pelo ex-prefeito, Arthur Lira (PP-AL), teve um pedido urgente aprovado e agora pode ser votado no ponteiro de Kayo Magalhães/câmara de deputados por meio de um pouco de que há algum medo, no entanto, o fato de que o Centrão é o que há, o que é o que há, o que é o que há, o que é o que há de um pouco, o que é o que há, o que é o que há de votos. de renda para aqueles que ganham até US $ 5.000 por mês. A expectativa é que o texto, relatado pelo próprio Lira, seja apreciado nos próximos dias. A retaliação pode ocorrer com a remoção no texto da tributação de pessoas de alta renda para compensar a perda de receita ou a expansão drástica da faixa de isenção, o que afetaria as contas públicas e poderia forçar um veto do presidente Lula. Hoje, ao contrário de seu co -religioso Ciro Nogueira, Lira não é tratada como o oponente do Planalto. Um aliado perto de Lula disse, sob reserva, que o deputado “não fez nada de ruim para o governo” e quer ser eleito para o Senado em Alagoas. A aprovação da isenção de RI sem desfiguração, portanto, ajudaria o ex -prefeito a ter sucesso em suas reivindicações eleitorais. É cada vez mais a motocicleta no governo como presidente sem orientação e pulso, perdida diante das pressões à direita e à esquerda, incapazes de estabelecer quais temas priorizarão ou descartarão. Segundo relatos dos ministros do Palácio, Lula está disponível para ajudar Motta repetidamente, mas o parlamentar sempre repete que ele foi eleito por todos os partidos da Câmara e não pode deixar de atender às demandas da oposição. Há também uma percepção crescente no governo e entre os parlamentares que os líderes do Centroo hoje não têm densidade política e visão estratégica para ajudar a lotta e retomar o controle da Câmara.
g1