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domingo, agosto 31, 2025

Inflação baixa pode levar BCE a cortar juros novamente, diz Simkus

EconomiaInflação baixa pode levar BCE a cortar juros novamente, diz Simkus


O cenário econômico da zona do euro permanece desafiador, e o Banco Central Europeu (BCE) pode ter que ajustar sua política monetária mais uma vez em 2025. Gediminas Simkus, membro do Conselho de PCs e Presidente do Banco Central da Lituânia, disse na quinta -feira (12) que a instituição pode considerar um novo corte de taxa de juros se a inflação abaixo da inflação. A declaração surge em meio a uma série de classificações do BCE no ritmo da desaceleração dos preços e o impacto das políticas recentes na recuperação econômica da região.

Embora ele tenha admitido a possibilidade de novos cortes, Simkus também deixou claro que qualquer decisão dependerá da análise de dados adicionais, mantendo o tom de cautela que caracterizou o discurso da autoridade monetária européia nos últimos meses.

Leia mais: Os mercados se concentram no alívio da inflação nos EUA, enquanto a IBovespa sofre pressão

Pressões da perspectiva da inflação Política do BCE

A imagem mostra uma sequência de moedas com a palavra
Imagem: d.ee_angelo/shutterstock

Simkus apontou que o comportamento recente da inflação levanta preocupações sobre a trajetória de preços no futuro. O Penteado Ele já havia projetado que a inflação deve permanecer abaixo da meta de 2% acima de 2026, com possível recuperação apenas em 2027.

O comentário do líder indica uma percepção crescente dentro do BCE de que o controle estrito da inflação pode ter sido muito eficaz, colocando a estabilidade dos preços em risco de deflação.

A redução anterior ainda gera cautela

O BCE já iniciou um relaxamento de sua política monetária com um recente corte de juros após uma longa série de aumentos adotados entre 2022 e 2023 para conter a escalada dos preços causados ​​por choques globais, como a guerra na Ucrânia e a crise energética.

Apesar da melhoria nos indicadores inflacionários, Simkus enfatizou que é cedo para se comprometer com novos cortes. “No entanto, é muito cedo para se comprometer com qualquer movimento e o BCE precisa de mais dados”, afirmou. A prudência reflete a tentativa da instituição de equilibrar o estímulo à economia com a prevenção de novos ciclos inflacionários.

Trajetória esperada para os próximos anos

As projeções do BCE indicam que a inflação deve continuar abaixo da meta em 2026, um cenário que pode justificar a reavaliação da política monetária atual. Até 2027, no entanto, espera -se que os preços tenham de tirar o fôlego e convergir para a meta.

Esse movimento de recuperação é esperado diante de uma retomada mais consistente de consumo e atividade industrial, após o longo período de altas taxas de juros que afetam negativamente a economia real. Ainda assim, a instituição trabalha com um cronograma de ajuste com base em evidências, evitando ações apressadas.

Possíveis impactos de um novo corte

Se o BCE optar por um novo corte de interesse em 2025, os efeitos poderão ser sentidos em diferentes áreas da economia européia. O crédito pode se tornar mais acessível, incentivando investimentos e consumo, fatores fundamentais para sustentar o crescimento econômico. Por outro lado, existe o risco de reacender as pressões inflacionárias se a recuperação ocorrer em ritmo acelerado.

O debate interno entre os membros do Conselho da PCP foi marcado precisamente por essa dualidade: embora alguns defendam mais incentivo à economia, outros temem que a política acomodadora traga riscos no médio prazo.

A condição global influencia a decisão

Além do cenário interno da zona do euro, os fatores externos também desempenham um papel fundamental nas decisões do BCE. A política monetária dos Estados Unidos, por exemplo, influencia o fluxo de capital para as economias desenvolvidas, o que pode afetar a taxa de câmbio e, consequentemente, os preços na Europa.

A instabilidade geopolítica e o comportamento dos mercados globais de energia também continuam sendo monitorados de perto, pois podem reverter a tendência da queda inflacionária em caso de novos choques.

Expectativa de mercado

Pessoa colocando moeda em um porco de porcelana
Imagem: Natthapol siridech/shutterstock.com

Os analistas do setor financeiro seguem cuidadosamente os sinais emitidos por membros do BCE como o Simkus. Para muitos economistas, o fato de a autoridade ter considerado publicamente um novo corte de juros indica que a idéia está pelo menos em discussão no topo do banco central.

Com a próxima reunião do BCE programada para o segundo tempo, o mercado estará ciente da disseminação de novos indicadores de inflação e atividade econômica. Esses dados serão cruciais para definir as próximas etapas da política monetária européia.



Fonte Seu Crédito Digital

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