Na quarta -feira (11), os ativos brasileiros responderam com entusiasmo a dois fatores principais: a desaceleração da inflação nos Estados Unidos e os sinais de responsabilidade fiscal do governo federal. O dólar em vista produziu 0,53%, encerrando a sessão de negociação em R $ 5,5392 – a cotação mais baixa de 2025 até agora e a menor desde outubro de 2024. Enquanto isso, a IBovespa avançou 0,51% e atingiu 137.128 pontos, refletindo o apetite por risco e renomeou a confiança dos investidores no MacC dos Macecinadores.
Alívio inflacionário nos EUA reacende as taxas de juros

Leia mais: o dólar atinge US $ 5,56 com a influência do cenário fiscal e do mercado global
O aumento de apenas 0,1% em maio – enfrentando uma expectativa de 0,2% – trouxe alívio ao mercado, que estava se preparando para uma possível persistência inflacionária.
A versão do índice que desconsidera os componentes mais instáveis, como alimentos e energia, apresentou uma alta abaixo das projeções, tanto na comparação mensal quanto de 12 meses acumuladas. Esse resultado fortaleceu a expectativa de que o Federal Reserve pudesse tornar sua política monetária mais flexível nos próximos meses.
Repercussão de troca: dólares em dólares no cenário internacional
A possível flexibilidade da política monetária nos Estados Unidos diminuiu o apelo de tesouros, títulos do governo dos EUA, entre investidores internacionais. Com o retorno menos projetado, cresce o interesse em ativos de países emergentes, o que contribui para a apreciação de moedas como o real.
Essa mudança no fluxo global foi refletida no índice DXY – um indicador que mede o desempenho do dólar em relação a um conjunto de moeda internacional – que deu 0,23% e terminou o dia com 98,73 pontos.
O Acordo US-China colabora para o clima positivo no mercado
Outro fator que sustentou o bom humor global foi o anúncio de um novo entendimento comercial entre os Estados Unidos e a China. O acordo, assinado em Londres, prevê a flexibilidade de restrições às exportações de minerais estratégicos chineses, em troca da reabertura do sistema educacional americano para estudantes chineses.
Trump confirma a conclusão do acordo
O ex -presidente Donald Trump, ainda influente nas relações internacionais e no cenário eleitoral dos EUA, disse que o acordo está “concluído” e representa um “passo histórico em direção à estabilização do equilíbrio comercial com a China”.
Ibovespa sobe com otimismo, puxado por ações ligadas ao mercado doméstico
Documentos bancários, varejo e construção – setores sensíveis à taxa de juros e ambiente macroeconômico – lideraram os ganhos.
A perspectiva de corte de juros também anima a bolsa de estudos
A expectativa de que o Fed possa reduzir o interesse no segundo semestre aumenta as sacolas globais. No Brasil, se as medidas tributárias forem bem -sucedidas, há espaço para o Banco Central também reduza a taxa selera.
Destaques da sessão de negociação:
- Revista Luiza (mGlu3): +3,1%
- Itaú Unibanco (Itub4): +2,4%
- MRV Engenharia (MRVE3): +2,8%
- Petrobras (Petr4): -0,7% (queda de óleo acompanhante)
Expectativas para os próximos dias

O mercado deve continuar ciente das medidas fiscais no Congresso Nacional.
Apesar do otimismo pontual, riscos como a continuidade da guerra comercial, instabilidade geopolítica e desafios na execução do ajuste fiscal brasileiro ainda estão no radar.
Perguntas frequentes
Como o acordo entre nós e a China influencia o mercado?
Reduz as tensões comerciais e diminui a percepção do risco global, que favorece moedas emergentes e leva sacos em todo o mundo.
Quais setores de bolsas se beneficiam das taxas de juros?
Setores como varejo, construção e bancos tendem a se beneficiar, pois são mais sensíveis ao custo de crédito e ao consumo doméstico.
Considerações finais
No entanto, apesar do clima positivo, eles permanecem importantes desafios, como a necessidade de aprovar as medidas no Congresso e os riscos geopolíticos que ainda podem mudar o cenário. Assim, investidores e analistas ainda estão atenciosos, avaliando desenvolvimentos e adaptando suas estratégias de acordo com a evolução das condições econômicas nacionais e internacionais.