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domingo, agosto 31, 2025

Justiça extingue dívida milionária de Ana Hickmann e banco reage forte

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A apresentadora Ana Hickmann, envolvida em uma série de disputas judiciais após identificar dívidas que ela não contratou, obteve recentemente uma vitória significativa: o tribunal de São Paulo ordenou a extinção de uma dívida de aproximadamente US $ 1,3 milhão.

A origem da dívida estava ligada a uma suposta renegociação com o Banco do Brasil, que, segundo o relatório de especialistas, foi assinado com uma assinatura falsa. Apesar da decisão do tribunal, a instituição bancária não aceitou o veredicto e apelou.

Leia mais: Ana Hickmann: Justiça bloqueia o salário do registro

A assinatura falsa leva à anulação da coleção

Ana Hickmann
Imagem: Reprodução/Instagram

A sentença favorável do apresentador foi emitida depois que um especialista confirmando que sua assinatura no documento que originou a dívida era falsa. Com base neste relatório, o juiz do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) considerou a acusação inadequada e extinguiu a dívida.

No entanto, o Banco do Brasil sustenta que a decisão do tribunal estava incompleta. Para a instituição financeira, o juiz foi “omitido” por não considerar um dos pontos levantados no processo: a existência de um empréstimo bancário assinado por Ana Hickmann – e não apenas a renegociação física com assinatura contestada.

O argumento do banco: o empréstimo original ainda existe

O recurso apresentado pelo Banco do Brasil levanta a tese de que, mesmo que a renegociação tenha sido invalidada devido à falsa assinatura, o empréstimo que originou a dívida permanece válido. A instituição ressalta que esse contrato inicial foi assinado eletronicamente e, portanto, reconhece a responsabilidade do apresentador.

Segundo o recurso, o banco havia pedido que, se a assinatura foi caída na renegociação, a coleção caiu sobre o empréstimo original. No entanto, esse pedido não foi analisado pelo magistrado, que, na opinião do banco, constitui uma omissão judicial.

Solicitação anterior já indicou a possibilidade de coleção direta

Mesmo antes da sentença, o Banco do Brasil havia avançado e solicitado ao tribunal que, se a assinatura fosse falsa na renegociação, a coleção direta do empréstimo original, que foi validamente assinada por Ana Hickmann, foi autorizada.

Com a omissão judicial em relação a esse pedido, o Banco espera que o Tribunal reeve o caso. O objetivo é garantir o direito de buscar o valor da dívida do apresentador, mesmo que a renegociação tenha sido anulada.

Se expõe a vulnerabilidade de contratos digitais e físicos

A disputa judicial destaca um problema crescente na era dos contratos digitais: a dificuldade da prova e a certeza legal. O fato de a renegociação ter ocorrido com uma falsa assinatura reforça a importância da experiência técnica em disputas dessa natureza.

Ao mesmo tempo, a existência de um empréstimo eletrônico, validado digitalmente, aumenta o debate sobre a autenticidade e a rastreabilidade dessas operações. No caso de Ana Hickmann, os procedimentos podem desenvolver um precedente relevante para ações semelhantes.

Vitória parcial para Ana Hickmann, mas Batalha continua

Ana Hickmann posando para a foto.
Imagem: Reprodução / Instagram @ahickmann

Apesar da extinção da dívida com base na falsa assinatura, o apresentador ainda pode ser responsabilizado pelo valor inicial do empréstimo, se o apelo do Banco Do Brasil for confirmado. O Tribunal deve agora se posicionar sob o pedido de revogação da sentença, que pode reabrir o caso e modificar o resultado atual.

Por enquanto, a decisão representa uma respiração em meio às várias frentes legais enfrentadas por Ana Hickmann. Desde que descobriu dívidas, ela afirma que não autorizou, ela está se mobilizando para contestar contratos e renegociações que teriam sido assinadas sem seu conhecimento.

Entenda o que um cartão de crédito bancário (CCB) é

O CCB, mencionado no processo, é um instrumento comum no mercado financeiro para formalizar empréstimos. Pode ser fisicamente assinado ou digital e possui força de título executivo – ou seja, pode ser cobrado no tribunal se o devedor não pagar.

No caso de Ana Hickmann, a discussão gira em torno da validade da CCB usada para renegociar a dívida. Como o relatório de especialistas provou que a assinatura neste documento era falsa, o Tribunal entendeu que o contrato era nulo e sem efeito.

Com informações de: Metrópole



Fonte Seu Crédito Digital

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