Vessinha, de Cruzeiro, chora ao falar sobre a distância da família e o sonho “temos uma escolha. Quando optamos por sair de casa, temos que deixá -los para trás”. Com os olhos cheios de lágrimas, Vanessinha abriu o coração para GE e falou com amor de seus pais que deixou em Vianópolis, pouco mais de 12.000 habitantes em Goiás. A única mulher entre os três irmãos, o atacante de Cruzeiro, seguiu o caminho improvável que a fez distante dos pilares, mas tudo valeu a pena. Ela é semifinalista do Campeonato Brasileiro e enfrentará Palmeiras no próximo domingo, às 10h30 (Brasília). + Clique aqui e siga o canal dos fãs de cruzeiro no WhatsApp! Mais notícias de Cruzeiro vêem a lista de reforços contratados por Cruzeiro – (deixar seus pais é a maior dor que você sente?) Sim, você não tem seu pai e mãe todos os dias, como as pessoas normalmente não estão tendo sua mãe e pai perto de tempos difíceis para lhe dar um abraço. Por isso, é muito difícil – o Vessinha diz com muita emoção. “Hoje, sou grato por retornar o tempo todo que fui. O tempo que tenho com eles é curto e chego mais do que perto, então todo o intervalo que tenho, eu os entendo. Eles são uma prioridade. Meu sonho é que eles me assinam tocando, apenas me veja na TV”. Cruzeiro Striker conta como ele seguiu seu irmão para jogar com a filha de Maria Helena e José Luiz Machado, Vanessinha tem dois irmãos: Wilson e Hélio. E foi com eles que ela decidiu que queria ser uma jogadora. Deixando escondida, seguindo o hélio pelas ruas de Vianópolis, ela tentou jogar bola com os meninos da cidade. No interior de Goiás, ela aprendeu futebol entre os meninos, a base de Vessinha era diferente e a ajudou a destacar anos depois. – Eu vi meu irmão saindo toda terça e quinta -feira e fiquei curioso. Então eu comecei a segui -lo, ele virou uma esquina e eu virei o outro. Ele não gostava de eu jogar futebol porque na minha cidade não havia garotas, eu tive que brincar com as crianças. Mas quando ele percebeu, eu já estava lá entre os homens. Ele me amaldiçoou, mas eu não me importei, meus pais não disseram nada e eu continuei. Foi assim que começou: seguindo meu irmão do meio. Vessinha, de Cruzeiro, com a família Family Archive criada em Vianópolis, uma cidade a 100 km de Goiânia, Vassinha não pôde ficar na capital e começou a jogar na aliança, uma equipe feminina em Goiânia. Com poucos recursos, os pais a apoiaram a construir sua carreira como jogadora, até que o temido momento de sair de casa chegou e o atacante conheceu Belo Horizonte, onde ela morava desde 2017. – Comecei 18/19, não tinha base, não tinha nada. Naquela época, a base estava com os meninos. Estava levando truncado, havia a base do futebol feminino. No meu primeiro jogo na Copa Brasileira, eu estava gordinho, não tinha treinamento em academia e, no entanto, no primeiro tiro, no jogo contra o Amérrica-MG, deixei duas garotas para trás e então Barbara me contatou e me contratou. “Eu disse que queria, mas na mesma semana, eu não queria mais, mas Barbara disse: Sim, sim, caso contrário, eu vou pegá -lo. Garota dos campos, eu nunca estava longe dos pais”, brincou. Vanessinha atuando pela Aliança, a primeira equipe do Arquivo Pessoal da Carreira da América a Cruzeiro: da crise celestial às “nuvens” em 2017, Vanessinha chegou a Belo Horizonte para jogar pela América-Mg, a única equipe com equipe profissional da capital da capital na época. No ano seguinte, o clube leva a acomodação da equipe feminina, criando uma crise, que gerou a partida de Barbara Fonseca. Foi quando o atacante quase deixou Minas Gerais para trás, mas o gerente insistiu e a colocou no Cruzeiro no primeiro ano do projeto em 2019. – No começo, joguei pela América. Em 2018, eles disseram que não dariam mais acomodações às meninas que moravam do lado de fora, e não havia como ficar porque eu não recebi o suficiente para pagar um aluguel, então ela descartou as meninas que ajudaram. Fui ao Rio Preto, passei uma semana, assinaria o contrato. Mas Barbara me ligou e disse que iria a um grande clube e queria me trazer de volta. Vessinha, de Cruzeiro, revela o tempo que ela não estava recebendo e reviravolta da equipe quando Vassinha chegou a Cruzeiro, o projeto emergiu de uma obrigação CBF que os clubes em série tivessem uma equipe profissional. Na época, ainda como associação, a equipe feminina treinou no campus de uma faculdade particular, em uma realidade muito diferente. – No primeiro dia, ninguém acreditava. Mas quando eles viram que fizemos um campeonato em 2019 super bem, perdemos apenas dois jogos, o primeiro e o final (da série A2) para São Paulo. Eles viram que fomos capazes de fazer uma boa campanha com a camisa Cruzeiro. “Hoje estamos nas nuvens, para aqueles que estão sem salário há três meses. Mas eu não deixaria isso me sacudir, já joguei por um longo tempo sem receber salário, eu estava aqui porque gostei de jogar bola, não deixei que ele não me tornem por meio de um casco, que não consegui, o castim é que o castim é que o castim é o que não me agarrava. Jogos com a camisa celestial com o jogador com mais fósforos para a Cabulaous, passou por momentos de crise financeira, reviravolta, lesões e retorno emocionante. Não sendo capaz de ajudá -los, mas eles foram unidos e fizeram uma excelente primeira rodada. Deixou o tornozelo no campeonato de Mineiro Dias mais atenciosos, mas com o tempo se passou, vi que tudo estava bem e que eu ia sorrir novamente, pois estou sorrindo hoje. Nisso, eu até pensei que não iria jogar bola novamente, mas conversando com Jonas, ele me disse que conhecia um jogador que teve a lesão e estava jogando normal, e isso me incentivou. Mas eu não achei que não tocaria novamente. “Assista: tudo sobre Cruzeiro No Ge, Globo e Sportv R Ouça o podcast Ge Cruzeiro
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