A família homenageia Luis Fernando Verissimo A família de Luis Fernando Verissimo, que morreu em Porto Alegre aos 88 anos de idade no sábado (30), homenageou o escritor durante as cerimônias de funeral e enterro. O escritor deixou sua esposa, Lucia Helena Veríssimo, e três filhos, Fernanda, Mariana e Pedro, além de dois netos. Lúcia Helena Verissimo comemorou a parceria de mais de 60 anos com o marido. “Tivemos uma parceria de 61 anos, com três filhos maravilhosos e essa quantidade de amigos, que mais um pode querer. Uma vida feliz!” Ele diz. A filha, Fernanda Verissimo, disse que o momento foi difícil, mas ela consolou ao ver que seu pai tinha tantos amigos e admiradores. “É um momento difícil, mas é um momento que, olhando em volta, vemos a quantidade de amigos de meu pai e admiradores. Então é um momento que conforta. Vendo essa amizade e esse carinho em torno de meu pai é sempre bom”, diz ele. Com amor, a irmã de Verissimo, Clarissa Verissimo Jaffe, que veio dos Estados Unidos para a despedida, lembrou o irmão que ele foi. “Luis Fernando, quieto como ele estava, sempre foi o melhor melhor irmão que poderíamos ter. Agora, acho que ele descansou, era isso que ele merecia depois de tanto tempo”, disse ele. Da esquerda para a direita: a esposa, Lucia Helena Verissimo; a filha, Fernanda Verissimo; E sua irmã, Clarissa Verissimo Jaffe RBS TV Enterial e acorda o corpo do escritor Luis Fernando Verissimo foi enterrado às 18h neste sábado (30) no cemitério de São Miguel e Almas, em Porto Alegre. A despedida foi restrita a membros da família. Ele foi enterrado ao lado da mãe de sua avó. O corpo de seu pai, o escritor Éico Verissimo, também está enterrado no mesmo lugar. Antes, havia a cerimônia fúnebre, aberta ao público, na Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul, também em Porto Alegre. Família, amigos e admiradores começaram a chegar ao Júlio de Castilhos Hall por volta das 11h30 para pagar as últimas honras, que se estendiam até por volta das 16h45. O autor tinha 88 anos e morreu devido a complicações causadas por pneumonia. Ele havia sido hospitalizado desde 11 de maio e morreu por volta de 0:40, de acordo com o Hospital Moinho de Vento. Verissimo teve Parkinson e problemas cardíacos – em 2016, implantou um marcapasso. Em 2021, o escritor sofreu um derrame e, de acordo com a família, enfrentou dificuldades motoras e de comunicação. Luis Fernando Verissimo morreu aos 88 anos de idade em Porto Alegre Dulce Helfer/Arquivo pessoal do escritor Luis Fernando Verissimo está enterrado em Porto Alegre, os vídeos da carreira do escritor, a repercussão entre os artistas que se lembra das tiras humorísticas durante a dittência Fez uma graça da metaforidade do escritor, véu na Assembléia Legislativa do Funeral de Porto Alegre de Luis Fernando Verissimo, na Assembléia Legislativa de RS Jefferson Botega/RBS Agency Life and Work Veríss, nasceu em Porto Alegre, em 26 de setembro de 1936. Autor de obras como “Time and the Wind” nas universidades de Berkeley e Oakland. A carreira começou no jornal Zero Hora, de Porto Alegre, onde começou como revisor em 1966. No Rio de Janeiro, ele trabalhou como tradutor. O primeiro livro, “The Popular”, foi publicado em 1973. No total, Verissimo teve mais de 70 livros publicados e 5,6 milhões de cópias vendidas, incluindo crônicas, romances, contos e quadrinhos. Verissimo também escreveu colunas para os jornais “The State of S. Paulo”, “O Globo” e “Zero Hora”. Luis Fernando Verissimo, um dos maiores escritores do Brasil, morre aos 88 anos de ‘legado que não desaparecerá’: as personalidades lamentam as autoridades e personalidades da morte lamentadas pela morte do escritor Luis Fernando Verissimo. O presidente Lula lamentou a perda de quem classificou como “proprietário de vários talentos” e criador de “personagens inesquecíveis”. O vice -presidente Geraldo Alckmin descreveu Verissimo como um “brasileiro que durou a distinção por escrito através de suas crônicas e livros que traduziram o Brasil com humor, sátira e uma inteligência estranha”. O governador Eduardo Leite (PSD) publicou em uma rede social que “o Rio Grande do Sul se despediu de um gênio da escrita, mas suas histórias continuarão entre nós porque são imortais”. O leite decretou três dias de luto oficial no estado. O prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo (MDB), disse que “a cultura do Rio Grande do Sul e do Brasil tem um lugar reservado para Verissimo”. Internacional, uma equipe para a qual Verissimo declarou fidelidade em várias ocasiões, lembrou -se de um trecho da crônica ‘não me acordam’, sobre o título da Copa do Mundo de 2006 da Copa do Mundo. “Um dos maiores nomes da literatura nacional”, disse ele. A escritora Martha Medeiros elogiou o legado do autor. “Obrigado, mestre, por todas as falas, reflexões, epifanias, risos, por todo o seu gênio absoluto e inquestionável.” Em uma entrevista ao Globonews, o escritor e jornalista Cíntia Moscovich, amigo de Verissimo, lembrou o legado do romancista. “Ele fez questão de estar muito perto de todos nós que vivíamos na literatura”, disse ele. Nas redes sociais, o cartunista Angeli prestou homenagem e expressou solidariedade à família do escritor. “Todo amor por Lucia, Fernanda, Mariana, Pedro e Família. Eu imensurável é ‘The Pai'”, escreveu ele. O jornalista Arthur Dapieve, que mediu o bate -papo entre Luis Fernando Verissimo e Zuenir Ventura para o livro “Sobre Time”, relatou seu convívio com Versizer em uma entrevista ao Globonews e disse que o legado do romancista “não desaparecerá”. ‘Um legado que não desaparecerá’, Arthur Dapieve sobre o trabalho de Luis Fernando Verissimo, escritor brasileiro Luis Fernando Verissimo Mateus Bruxel/ Agência RBS Vídeos: Tudo sobre Rs
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