A União investirá em programas sociais para comprar alimentos para exportação de tarifas e evitar danos ao setor de alimentos agro -alimentos

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O governo federal pretende alocar mais de R $ 6 bilhões em relação ao orçamento de 2026 para os programas de aquisição de alimentos como uma maneira de prejudicá -lo as perdas de empresas afetadas pela tarifa de 50% imposta pelos Estados Unidos aos produtos brasileiros.
A medida faz parte do Plano Soberano Brasil e prevê que alimentos perecíveis originalmente destinados às exportações sejam redirecionados para fornecer programas sociais sociais, estaduais e municipais, como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Nacional de Feedagem Escolar (PNAE).
Tarifa e resposta do governo brasileiro
- Os US $ 6 bilhões serão usados para comprar alimentos que seriam exportados para os EUA e os redirecionariam para programas sociais como uma compensação.
- Mais de 39 milhões de estudantes públicos serão atendidos pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar, que receberá R $ 5,46 bilhões para oferecer refeições.
- Frutas, nozes, peixes e outros itens impactados pela taxa serão comprados sem licitação e usados em refeições escolares populares, hospitais e restaurantes.

Programas alimentares federais se beneficiam
De acordo com CNN BrasilA proposta é prevista no projeto de lei do orçamento anual de 2026 (PLOA), enviado ao Congresso Nacional na última sexta -feira (29). O objetivo é usar a estrutura existente dos programas sociais para minimizar os impactos financeiros nos produtores brasileiros afetados pela tarifa adicional de 50% aplicada pelos EUA.
O PAA deve ter R $ 778,1 milhões no próximo ano e pretende beneficiar 117,6 mil famílias de agricultores. A compra ocorre sem licitação e os produtos são destinados a pessoas em insegurança alimentar e equipamentos públicos, como restaurantes populares.
O PNAE já focado nas refeições escolares, terá R $ 5,46 bilhões, com o objetivo de atender 39,4 milhões de estudantes de educação básica pública, absorvendo parte da produção impactada pela perda do mercado externo.
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O plano soberano do Brasil autoriza a compra de alimentos por união, estados e municípios por meio de preços de mercado simplificados e médios, garantindo transparência e controle. A medida é válida exclusivamente para produtores e exportadores de tarifas dos EUA, atuando como uma política anticíclica para preservar empregos e renda no setor de agro -exportação.
Entre os alimentos contemplados para a aquisição do governo estão:
- Açaí (purê, preparações de alimentos e frutas congeladas);
- Água de Côco (com um valor Brix superior a 7.4);
- Caju (fresco sem concha, além de preparativos, sucos e extratos);
- Pará ChestnutSolte o Brasil Nuts (fresco ou seco, sem casca);
- manga (fresco ou seco);
- Mel natural;
- Uvas frescas;
- Peixeincluindo Corvine, Crash, outros peixes frescos, refrigerados ou congelados, bem como tilápia em diferentes apresentações (filetes frescos, congelados ou refrigerados e peixes inteiros frescos ou congelados).
A lista pode ser atualizada pelo decreto interministerial, conforme necessário, para se adaptar ao mercado e aos impactos do cenário internacional. A compra desses itens, além de beneficiar o mercado doméstico, pretende dar fluxo imediato para a produção e evitar perdas financeiras para as empresas afetadas.